História

A Academia de Música Flor da Murta (inicialmente designada Academia de Música Bomtempo) foi o ponto de partida deste projeto cultural.
As suas realizações em 2016 foram o festival música no palácio em Oeiras, com o apoio da Câmara de Oeiras e o festival Filipe de Sousa em Mafra, organizado com o apoio da Câmara de Mafra e da Fundação Jorge Álvares.
Estes festivais contaram com a presença de nomes importantes do piano e da música de câmara no panorama nacional e internacional, incluindo, entre outros, Adriano Jordão, Teresa Palma Pereira, Quarteto Arabesco,Jeffrey Swann, Jan Michiels,Wiener Klaviertrio, Orquestra de Cascais e Oeiras e Orquestra do Norte, mostrando a públicos diversos e pouco habituados a frequentar salas de concerto repertórios importantes e pouco conhecidos em muitos casos do público português.

A oferta musical destes festivais que devido ao seu êxito se realizarão de novo em 2017 é uma aposta na internacionalização de Portugal como palco de interação entre nomes consolidados do panorama internacional e músicos portugueses.
A par destas realizações segundo um padrão clássico, a Academia de Música Bomtempo esteve representada no Ciclo Clássico para Todos e Clássicos na Livraria, dirigido pela pianista Teresa Palma Pereira no Palácio dos Aciprestes e na Livraria Ler Devagar, que representam o embrião de um projeto de formação de públicos.